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by Cristina Oliveira - Sunday, 28 November 2010, 2:51 PM
 

Apple sobre fogo por ter aprovado aplicação anti-gayA Apple está novamente no meio de controvérsia. Desta vez devido ao facto de ter aprovado uma aplicação para o iPhone que se opõe contra o casamento homossexual.

De acordo com o “Huffington Post“, a aplicação, chamada de “Manhattan Declaration” (Declaração de Manhattan), é semelhante a um questionário que pede a opinião da pessoa em relação ao casamento entre o mesmo sexo. Se a resposta não corresponder ao ponto de vista do grupo, é marcada como incorrecta.

A aplicação foi disponibilizada em Outubro e, no blog da Declaração de Manhattan pode-se ler: “O texto da declaração é um grande avanço para explicar que nós amamos as pessoas de todas as religiões e estilos de vida, mas que não podemos concordar com todos”.

A Declaração de Manhattan começou em 2009, com o apoio de importantes lideres cristãos numa tentativa de combater esforços para marginalizar os ideias cristão da “santidade da vida, da dignidade do casamento como união de um homem e uma mulher e de liberdade religiosa”. A declaração foi, originalmente, assinada por 150 lideres cristãos proeminentes. O movimento afirma que “Cada uma das pessoas que assinou este documento, comprometeu-se a falar e a agir na defesa das verdades bíblicas com respeito aos três assuntos a que se refere”.

No entanto, muita da raiva está dirigida à Apple que aprovou a aplicação. Até ao momento, a política da Apple Store era para continuar a manter aplicações como Google Voice, aplicações Flash e outras aplicações que considera obscenas e não adequadas para crianças. A Apple tem estado constantemente debaixo de críticas de que é demasiado rígida na selecção de aplicações. A aplicação anti-gay está, desta vez, a incitar comentários negativos, não pelo facto de não ter sido aceite, mas exactamente pelo oposto.

Muitos sites norte-americanos já criticaram as acções da Apple, no entanto, a remoção da aplicação da Apple Store parece estar fora de questão.Partilhar